Sobre a nossa discussão sobre como fazer um trabalho acadêmico…

Caros colegas de angústia,

Vejam que legal o texto que o nosso estagiário Thiago produziu, sobre a questão do plágio e sobre como utilizar textos alheios na sua pesquisa:

” Prezados,

Na aula de terça-feira, falou-se do perigo de se cometer o crime de plágio. No código penal brasileiro, o artigo 184, e seus quatro parágrafos, declara o que é o crime de plágio. O “caput”, ou enunciado, desse artigo, que é a parte principal do artigo, e seu primeiro parágrafo dizem o seguinte:

Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

§ 1º Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou

fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003).

Para ajudar, este vídeo, acredito, é bem didático sobre a ocorrência do crime, principalmente do momento 1:55 ao momento 6:33:

https://www.youtube.com/watch?v=Ij71wtu5_J4

No ano de 2000, foi lançado nos cinemas o filme Encontrando Forrester (“Finding Forrester”). O interessante sobre esse filme nesta discussão é que num determinado momento do filme, um renomado escritor americano, William Forrester, interpretado por Sean Connery, vai até a instituição de ensino do protagonista, Jamal, interpretado por Robert Brown, para dizer que… o texto que Jamal usou como trabalho, de fato, era de autoria do grande escritor, mas que Forrester tinha dado permissão para que parte do texto fosse usada no trabalho acadêmico de Jamal:

https://www.youtube.com/watch?v=7YSGkZE8XVY

Bom, na vida real, essa cena, possivelmente, será muito difícil de acontecer. Imaginem Platão, Nietzsche ou Tales de Mileto levantando-se de suas tumbas para dirigirem-se à escola a fim de esclarecer que o uso de seus textos não necessitaria de referências alguma, uma vez que eles teriam dado permissão para o uso de suas obras! Assim, com o intuito de evitar mal-intendidos, este vídeo facilita a realização da referência num texto:

https://www.youtube.com/watch?v=cm2Z8bkorUI

Terminando, ainda sobre o filme Encontrando Forrester, esta cena é um exemplo de motivação além das expectativas e censuras usuais que, sem querer, acabamos nos impondo ao elaborarmos um texto. Reproduzir trecho de um texto pode facilitar o desenvolvimento das ideias, mas caso o trecho permaneça no seu texto, não se deve esquecer de referenciá-lo:

https://www.youtube.com/watch?v=IRhggJGJEb8

Por: Thiago Pamplona de Sá Pimentel

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